No fim de tudo, nada faz muito sentido mesmo. Fechando a conta... mesmo, passando a régua final e fazendo o balanço: não importa o que faz sentido. Só importa o amor. O simples e delicado amor que faz as coisas mais coloridas. E o amor não acontece no fim! Porque no fim nós seremos apenas mais uns... A diferença é o quê está no meio. É o recheio da coisa. Outro dia, eu propus um exercício para uma aluna, que coincidentemente também é minha amiga há muitos anos, (a grande Dani Mu), era de manipulação de objetos imaginários (exercícios teatrais e tal). E ela comeu um biscoite recheado... o mais gostoso de todos... só eu e outra aluna estávamos assistindo o exercício. Não sei se a colega percebeu, mas eu vi. E quase não me contive. Tive vontade de pedir um. Ela abriu o pacote, pela fitinha vermelha, maravilhosa invenção moderna para abrir pacotes de biscoito, ela pegou um biscoito, ele era recheado; ela abriu o biscoitinho no meio e comeu primeiro o re-che-io! Como eu fazia quando era criança. Não me contive em comentar antes do final do exercício há quanto tempo não como biscoitos assim... ... Porque na verdade é isso... essa é a diferença e é o que faz valer a pena. Porque ninguém sabe como vai ser amanhã... Nem o fim que tantos dizem que pode ser um recomeço ou outra coisa assim... Eu não sei! Não sei como será... apenas conheço o recheio, e é doce, macio e deliciosamente finito!
3 comentários:
hummmmmmmmmmmmmmmmmm
que vontade!
Totalmente adorei!
Hummmm mesmo!
Coias boas da vida fazem a vida ser boa de ser vivida! rsrsrrs
da pra mim tambem!!!!!!!!
que delicia de texto !
me senti comendo um passatempo pelo meio
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